
Ameaças à biodiversidade
Para as taxas alarmantes de degradação de habitats e de extinção de espécies, identificam-se as seguintes ameaças à biodiversidade:
Mudanças na utilização dos solos, que fragmentam, degradam e destroem os habitats.
Alterações climáticas, que destroem e perturbam os ciclos de reprodução, obrigando os organismos móveis a deslocarem-se;
A sobre exploração dos recursos biológicos;
A difusão de espécies alóctones invasivas;
A mundialização, que aumenta a pressão devida ao comércio, e a má governação (incapacidade de reconhecer o valor económico do capital natural e dos serviços ecossístemicos);
A poluição do ambiente natural e habitats;
A acção do homem sobre o meio ambiente quase sempre teve efeitos negativos, porque não são usadas as devidas precauções.
Acontece muitas vezes que a poluição num determinado local, seja na água, no ar ou na terra, obriga a que muitas espécies de animais e plantas que aí vivem criem condições de forma a poderem adaptar-se para conseguir sobreviver no seu meio ambiente.
Noutros casos, a contaminação é tão forte que muitas espécies acabam por morrer e extinguem-se para sempre.
Além de um problema biológico, é também um problema social. A consequência mais preocupante da poluição é, neste momento, o aquecimento global. Toda a poluição que tem sido provocada pelo Homem tem levado a um aumento bastante considerável da temperatura média terrestre, que no futuro poderá levar à extinção da maioria das espécies actualmente existentes, incluindo a espécie humana.
Outro factor associado são as catástrofes naturais, que têm vindo a acontecer de forma cada vez mais intensa e em locais novos.
Um do tipos de poluição é a sonora, como o nome sugere, é o tipo de poluição provocada pelo som com elevada intensidade, considerados como ruído perturbador, tornando-se um problema ambiental e social.
Mas, onde se gera esta poluição sonora? Faz-se sentir nas grandes cidades, ou seja, nas zonas com maior densidade populacional.
As principais fontes deste tipo de poluição são as máquinas de construção civil, o trânsito e movimento caóticos nos grandes centros urbanos, as actividades industriais e o movimento de um elevado número de pessoas em espaços fechados.
Poderá trazer sérios problemas de saúde para a espécie humana, assim como para outras espécies. A exposição frequente a sons de alta intensidade pode provocar lesões auditivas graves, podendo mesmo levar à surdez. Além disso, a poluição sonora pode provocar stress e consequências que daí advêm, como dificuldade de concentração e dificuldade em dormir.
Este problema é reversível, ou seja, através do uso de medidas de prevenção é possível evitá-lo. Eis algumas formas de o fazer:
Sensibilizar a população no sentido de evitar longas exposições a sons demasiado intensos; uso de protecções nos ouvidos em trabalhos que exigem exposição a ruído; evitar a ida com frequência a discotecas e locais públicos com sons intensos; elaboração de acordos e tratados que regulem a emissão de ruído.
A poluição sonora é hoje um problema muito preocupante e cabe a todos fazer algo para o evitar, pois as suas consequências irão ser cada vez mais intensas.
Também temos poluição hídrica, que é um problema que afecta todo o planeta Terra, e que se tem tornado tema frequente de discussão entre cientistas e a população em geral. Tem sido bastante discutido, principalmente pelo seu impacto em diversos ecossistemas de forma simultânea, A poluição hídrica é a poluição no meio aquático. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), define-se como água poluída toda a água cuja composição tenha sido directa ou indirectamente alterada e invalide parcial ou totalmente os fins a que esta inicialmente se destinava.
Este tipo de poluição é gerado, geralmente, em zonas industriais. Com o avanço da tecnologia e da indústria, aumenta o número de fábricas. Muitas destas fábricas trabalham com produtos químicos e nocivos, que depois de utilizados são geralmente deitados fora. O que há de errado é o facto de rios e lagos servirem como local de depósito para esses mesmos químicos. A principal fonte de poluição hídrica é o Homem. Quer seja através de fábricas, quer seja através de simples gestos de lançar resíduos na água, o Homem é o principal responsável pela contaminação de rios, lagos e água de consumo. No fundo, é irónico que o ser humano polua algo que vai fazer parte da sua cadeia alimentar.
Mas, quais são as reais consequências reais da poluição hídrica? A água é um ambiente de vida para muitos seres vivos. Com a poluição e contaminação da água, várias espécies poderão morrer. Além das consequências para as espécies marinhas, são também consideráveis as possíveis consequências para o Homem. Tendo em conta que espécies de peixes servem de alimento ao Homem, estas ao morrerem irão comprometer a alimentação da espécie humana. Por outro lado, um dos recursos mais importantes e mais usados pelo Homem é a água. Se esta está poluída, poderá provocar doenças e levar mesmo à morte.
Há várias medidas que podem ser tomadas para evitar a poluição hídrica. Os governos dos diferentes países têm tomado medidas, nomeadamente alterações legislativas quanto à emissão de resíduos para a água por parte da indústria.
Outra medida poderá ser tratar as águas dos esgotos ao invés de as lançar directamente para o mar contendo ainda todos os poluentes e bactérias nocivos à vida marinha.
A água era até há bem pouco tempo considerada como um recurso renovável, mas esta ideia está a começar a alterar-se.
A forma como o Homem usa e polui a água é algo preocupante, e que a curto prazo poderá trazer consequências cada vez mais graves.
Uma das razões para que a biodiversidade deva ser protegida:
Os serviços ecossístemicos que presta: A natureza fornece-nos os elementos necessários à nossa vida e ao nosso bem-estar (alimentos, medicamentos, água, ar, etc.). Existe um limite para a capacidade de substituição, pelo engenho humano e pela tecnologia, desses serviços naturais.

